Rio Itacaiúnas pede Socorro!
Destaques

6ª Etapa da Expedição:

      

 

 De Cametá a Marabá, percorrendo os caminhos trilhados pelo francês Henri Coudreau em 1897).O Biólogo Noé von Atzingen e também presidente da FCCM realizou no inicio de julho a 6ª etapa da expedição que tem como objetivo ampliar levantamentos temáticos estabelecendo mecanismo de preservação. 
Nesta etapa da expedição que teve inicio a partir de relatos registrados pelo francês no livro ‘’ Viagem a Itaboca e ao Itacaiunas’’, Noé visitou lugares como Mocajuba, Tucuruí, Caixa d'água da antiga Cidade de Jacunda.(A única prova de que ali existiu uma cidade hoje submersa pela represa de Tucuruí) e o Pedral do Lourenção. 

5ª Etapa da Expedição:

                                                         

Depois de percorrer 210 km desde as cabeceiras do Rio Itacaiunas até a ponte do Salobo.
A equipe da Fundação Casa da Cultura de Marabá completou no último Final de Semana a 5ª etapa da Expedição Itacaiunas.(expedição que percorre os caminhos trilhados pelo francês Henri Coudreau em 1895) 
A equipe de pesquisadores foi composta pelo Biólogo Noé von Atzingen, Bruno Sherer, Gabriel Silva e o piloto José Carlos, Como e possível observar através das fotografias, eles não mediram esforços para concluir as pesquisas e mapear todos os afluentes do rio.

 

  Rio Itacaiúnas pede Socorro!


          

A expedição da Casa da Cultura composta por: Noé Von Atzingen, Bruno Scherer e Gabriel ao alto Itacaiúnas constatou fatos alarmantes e extremamente preocupantes.
O Rio Itacaiúnas está Seco! Em alguns lugares completamente cortado, sem um único fio de água correndo!
Estivemos pesquisando o alto Itacaiúnas no município de Água Azul do Norte onde terminam as áreas de fazendas com pastagens e inicia-se a Floresta Nacional de Carajás. Como nossa canoa não pode navegar no rio seco, tivemos que percorrer a pé por cerca de 10 km. Nesta região o Rio quase estreito tem em média 50m de largura! E mesmo assim está seco, apresenta apenas de longe alguns poços: locais mais fundos com água totalmente parado e repleto de algas verdes e pouquíssimos peixes!
Nas margens da área percorrida deveriam ter seis pequenos afluentes e nenhum deles tinha uma gota de água! Logo concluímos que o desmatamento matou estas nascentes, grotas e igarapés, e consequentemente não levam mais água para o Rio. O resultado é óbvio, o Rio está morrendo! O desmatamento provoca também o assoreamento e está tudo associado a diminuição das chuvas regionais e o afluente expressivo da temperatura tem contribuído para esta situação chegando ao ponto do irreversível!
Como não há mais água superficial na região, os poucos animais silvestres que restam, ficam percorrendo pelo “leito” do rio em busca de água e são abatidos impiedosamente pelos caçadores de plantão.

Noé Von Atzingen

FCCM promoveu em Marabá palestras com arqueólogo de renome internacional.                                                                                                                                                                                                                                   

    

 

 

considerada uma importante fonte de informações que nos relata sobre o tempo e os costumes de alguns grupos humanos, na terça-feira dia 21/07/2015, estudantes e educadores de Marabá e região foram contemplados com a palestra sobre arte rupestre, o evento aconteceu no campus 1 da UNIFESSPA  e foi   promovido  pelo núcleo de arqueologia da Fundação Casa da Cultura de Marabá, onde teve como palestrante o Arqueólogo André Pierre Prous Poirie, arqueólogo é pesquisador de renome internacional.

 André Prous é do Departamento de Antropologia e Arqueologia da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich), da Universidade Federal de Minas Gerais, e Participou da Missão Arqueológica Franco-Brasileira de Lagoa Santa e na escavação do esqueleto mais tarde. A palestra comandada por ele através da FCCM no auditório na UNIFESSPA teve entrada franca é reuniu auditório um grande público.

Para alguns estudiosos, a arte rupestre, assunto abordado na palestra esteve diretamente ligado ao processo de dominação do fogo. O controle desse elemento natural permitiu o conforto e a segurança necessários para o posterior surgimento de processos de comunicação mais complexos, como a palavra e a arte. Inicialmente, essa espécie de manifestação artística aparece como uma clara intenção do homem em registrar as situações que integravam a sua rotina. Contudo, algumas pesquisas mostram curiosamente que os locais de produção da arte rupestre não eram próximos a algum tipo de aldeia ou morada humana. Dessa forma, pode-se deduzir que o homem pré-histórico já encarava esse tipo de atividade como algo dotado de um lugar e sentido especial.

Durante a palestra o público presente pode visualizar através de registros feitos por André Pierre Prous diferentes fotografias de artes rupestre encontradas no Brasil, para os estudantes e educadores que formaram o público alvo, o evento foi de grande importância, já para a Fundação casa da Cultura o evento foi um sucesso.

FCCM apresenta sitio arqueológico pesquisado pela fundação a arqueólogo de renome internacional.

No intuito de aproveitar a presença do arqueólogo Dr. André Pierre Prous Poirie, arqueólogo é pesquisador de renome internacional que esteve na Fundação Casa da Cultura de Marabá ,o presidente da  fundação  Noé von Atzingen juntamente com o arqueólogo Marlon Prado, levou  André Prous para conhecer o sítio arqueológico de arte Rupestre denominado de Antero, que fica localizado no município de Filadélfia/TO. Como Dr. André é um especialista e publica bastante sobre esses tipos de sítio, sua ida a este local foi de fundamental importância para ele ter contato com os diferentes tipos de ocorrências da arte rupestre que vem sendo pesquisadas por Noé e pelo Núcleo de Arqueologia da Fundação nessa região. E so pra  se  ter  uma  ideia, Foi constatada a presença de diversas ocorrências de formas de desenhos como os tridáctilo, figuras antropomorfas, zoomorfas, pegadas de mãos, pisadas, etc. Foi verificado pelo Dr. André que há formas nesse sítio de ocorrência em outros locais no Brasil e até mesmo na América do Sul e algumas formas novas que somente ocorrem na região hora estudada.

Com isso, aumentou a importância desses sitio arqueológico, diante da visita, o arqueólogo André Pierre Prous Poirie, que é do Departamento de Antropologia e Arqueologia da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich), da Universidade Federal de Minas Gerais ,recomendou que a FCCM desenvolva um estudo mais detalhado sobre esse sítio e que publique os dados das pesquisas.

                  

 

 

 

 

   

 

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   Rico em informações, imagens e historias marcantes o livro balsa de buriti narra em detalhes a expedição fluvial que marcou o aniversario de 100 anos de Marabá em 2013.O lançamento do livro aconteceu na noite de 28/04/2015.

 

 

 

 
Depois de muitas dificuldades para transportar a carga de buriti, da cidade de Goiatins (TO)...
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